Marduk

Que todos as amarrações sejam desatadas!

 

Divindade Suméria e grande protetor da babilônia. Na antiga Mesopotâmia, os babilônicos (caldeus) foram grandes precursores das artes, da religião e até da astrologia, e por esse motivo foram dominados muito tempo pelos assírios, que eram mais dedicados á guerra.
Marduk tornou-se o deus supremo do panteão sob o domínio do rei Hammurabi, por volta de 2250 a.C, quando na região do rio Eufrates a Babilônia despontava como cidade principal e, assim foi até o fim do Império Babilônico.
A antiga Suméria localizava-se no atual sul do Iraque.
Marduk era tido como um deus belo e ainda possuía quatro olhos e quatro orelhas vertendo fogo pela boca ao falar.
Era tido como deus da tempestade, mas principalmente da fertilidade e, segundo a mitologia, era detentor de poder sobre todas as coisas, poder esse, que adquiriu após lutar e vencer os dragões do caos, Kingu e Tiamat.
O deus Marduk é tido pelos estudiosos dos escritos antigos e pela bruxaria como defensor da raça humana, embora haja uma conhecida dicotomia nas escrituras hebraicas.
Filho primogênito de Lilith, grande defensora e protetora das mulheres, esse deus é conhecido por amar as mulheres, não somente pelos seus atributos sexuais, mas pela sua força, pelos seus dons e pelo que são.
A cidade dedicava-lhe os primeiros doze dias do ano, celebrando ritualisticamente sua vitória sobre o caos e reverenciado-o de diversas formas. Assim preparavam-se a para um novo e fértil ciclo.
São encontradas referências históricas sobre Marduk nos parágrafos iniciais e finais do famoso Código de Hammurabi.

Código de Hammurabi

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