Budismo e Espiritismo Comemoram Hoje

Em 15 de fevereiro de 1925 foi lançada a Revista Internacional de Espiritismo em Matão São Paulo.

A revista era um veículo para as mensagens espíritas, que levantavam muitas controvérsias para a mentalidade da época, trazendo à tona assuntos como reencarnação, a vida no espírito, etc.

Jesus

A Revista Internacional de Espiritismo (RIE) de fato tornou-se uma das revistas mais respeitadas no meio espírita, tanto por sua tradição (fundada em 1925), como pela qualidade e profundidade de seus textos, expandindo o conteúdo religioso para explanações filosófico-científicas. Sua fundação veio complementar o propósito do jornal O Clarim, já consolidado, mas que se destinava a esclarecer didaticamente pessoas mais simples.
Para tornar viável o novo veículo, Schutel contou com a colaboração de Luis Carlos de Oliveira Borges, de Dourado, interior paulista, que, tornando-se fã do jornal O Clarim, decide visitar Matão, no princípio da década de 1920, para conhecer suas instalações. Àquela época, Schutel recebia vasto material em outros idiomas com conteúdo mais elaborado, mas que não poderiam ser publicados no jornal O Clarim.
Falando sobre esse material, Schutel revela a Borges que gostaria de encontrar um meio de divulgar esses artigos, mas não possuía recursos para tal. Borges, então, confiante na proposta idealista de seu interlocutor, garante que bancaria os primeiros recursos necessários à instalação da Revista Internacional de Espiritismo. E assim, com esforço conjunto, foi possível a primeira edição da RIE em fevereiro de 1925, impressa em São Carlos.
Com o subtítulo “Publicação mensal de estudos anímicos e espíritas”, a RIE revelava o seu claro propósito de exploração dos novos estudos abordados pelo Espiritismo. No editorial de abertura, Cairbar Schutel justifica a adoção do título e do subtítulo da revista: “O título e o subtítulo que adotamos para esta publicação compreendem uma vasta área de trabalhos e conhecimentos que marcam na hora atual um movimento de acentuado progresso na marcha da humanidade. (…) Por toda parte do mundo congregam-se esforços para a divulgação da Ideia Espírita. Associações, federações de associações, congressos nacionais e internacionais, dão conta dos progressos que o Espiritismo vai realizando”.
Fonte: Wikpédia

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 Cerimônia de Nirvana, Comemorando a Morte de Buda (Nehan-e) 15 de fevereiro

Esse é o dia em que Shakyamuni Buda faleceu, perto da cidade de Kushinagara às margens do rio Hiranyavati. Uma grande pintura (em forma de pergaminho) mostrando Buda entrando Parinirvana é pendurada no templo, e uma cerimônia expressando nossa gratidão a Buda é realizada.

Buda-Tibet

Este é o dia em que entrou no pleno Nirvana, deixando para trás a forma terrena, embora tenha alcançado a iluminação muito tempo antes.
No momento de sua morte Buda estava dormindo em uma cama preparada entre duas árvores Sala. Sua cabeça para o norte, seu rosto para o oeste e sua mão direita fazendo as vezes de travesseiro. Naquele momento, flores brancas desabrocharam nas árvores Sala e caíram sem cessar.
Muitos de seus discípulos, o rei e sua família, homens e mulheres de todas as idades, e mesmo pássaros e animais estavam reunidos, suspirando de tristeza. Buda fez seu último discurso, expondo a verdade fundamental: – Mesmo que o corpo físico morra, o Darma é eterno.

 

 

 

 

 

 

 

 

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